BRAZILIAN KEY–THINKERS ON EDUCATION

Main Article Content

IVAN VILELA FERREIRA
INGRID DITTRICH WIGGERS

Abstract

It is almost a consensus among the Brazilians that, in order to solve the social issues, the education must be improved. Thus, the present study aimed to analyze the Brazilian key-thinkers on education. Rui Barbosa, Fernando de Azevedo, Anísio Teixeira, Cecília Meireles, and Paulo Freire were selected because they worked to develop some aspects of education: politics, educational system, philosophy of education, childhood education and pedagogical methods. These intellectuals fought against powerful societal forces, but they did not give up on transforming the Brazilian education, and, consequently, the Brazilian society. Therefore, they were selected to represent the Brazilian key-thinkers on education.

Downloads

Download data is not yet available.

Article Details

How to Cite
FERREIRA, I. V., & WIGGERS, I. D. (2018). BRAZILIAN KEY–THINKERS ON EDUCATION. Society Register, 2(2), 107-130. https://doi.org/10.14746/sr.2018.2.2.06
Section
Articles

References

  1. Alves, Catharina Edna Rodriguez. 2004. Fernando de Azevedo: na batalha do humanismo. Master’s degree thesis. Faculty of Education: UNESP.
  2. Barbosa, Rui. 1967. Excursão Eleitoral. Obras completas. Vol. XXXVII, Tomo I. Rio de
  3. Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa.
  4. Beisiegel, Celso de Rui. 2010. Paulo Freire. Recife: Massangana.
  5. Brasil. 2014. Comissão Nacional da Verdade. Relatório/Comissão Nacional da Verdade. Brasília: CNV.
  6. Brasil. Paulo Freire: Patrono da Educação Brasileira. Lei n. 12.612 de 13 de abril de 2012. Retrieved September 15, 2018. (https://goo.gl/s3n39i).
  7. Brito, Silvia Helena Andrade Cardoso, Maria Angélica; Oliveira, Rosely Gonçalves de. 2017. “Fernando de Azevedo: uma nova organização do trabalho didático para uma escola renovada (1927-1931)”. Revista HISTEDBR, (71)17: 93-116.
  8. Brougère, Gilles. 2000. Brinquedo e Cultura. São Paulo: Cortez.
  9. Cavaliere, Ana Maria. 2010. “Anísio Teixeira e a educação integral”. Paidéia. (46) 20: 249-259.
  10. Clarice Nunes. 2010. Anísio Teixeira. Recife: Massangana.
  11. Corsaro, William. 2011. Sociologia da infância. Porto Alegre: Artmed.
  12. Cury, Carlos Roberto Jamil. 2002. “Direito à educação: direito à igualdade, direito à diferença”. Cadernos de pesquisa, 116, (3): 245-262.
  13. Faria Filho, Luciano Mendes, Inácio, Marcilaine Soares. 2015. “Rui Barbosa no pensamento educacional brasileiro na primeira metade do século XX”. Revista HISTEDBR, (61) 15: 178-191.
  14. Fernando de Azevedo et al. 2010. Manifestos dos pioneiros da Educação Nova (1932). Recife: Massangana.
  15. Ferraro, Alceu Ravanello. 2008. “Direito à Educação no Brasil e dívida educacional: e se o povo cobrasse?” Educação e pesquisa, 34 (2): 273-289.
  16. Ferraro, Alceu Ravanello. 2004. “Analfabetismo no Brasil: desconceitos e políticas de exclusão”. Perspectiva, (1) 22: 111-126.
  17. Freire, Paulo. 2003. Ação cultural para a liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
  18. Gadotti, Moacir, Torres, Carlos Alberto. 1991. Paulo Freire, Administrador Público. A experiência de Paulo Freire na Secretaria da Educação da Cidade de São Paulo [1989-1991]. In: FREIRE, Paulo. A Educação na Cidade. São Paulo: Cortez.
  19. Germano, José Willington. 1997. “As quarenta horas de Angicos. Educação & Sociedade”, (59) 18: 391-395.
  20. Lemme, Paschoal. (2007). O Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova e suas repercussões na realidade educacional brasileira. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 86(212).
  21. Lima, Ana, Ribeiro, Vera Masagão, Catelli Júnior, Roberto. 2016. Indicador de Alfabetismo Funcional – INAF. Estudo especial sobre alfabetismo e mundo do trabalho. 2016.
  22. Lôbo, Yolanda. 2010. Cecília Meireles. Recife: Massangana.
  23. Machado, Maria Cristina Gomes. 1999. O projeto de Rui Barbosa: o papel da educação na modernização da sociedade. PhD thesis. Campinas: UNICAMP.
  24. Machado, Maria Cristina Gomes 2010. Rui Barbosa. Recife: Massangana.
  25. Machado, Maria Cristina Gomes, Melo, Cristiane Silva, Mormul, Najla
  26. Mehanna. 2014. “Rui Barbosa and education: The Lessons of Things and the teaching of moral and civic culture”. Educação Unisinos, (3) 18: 320-332.
  27. Martins, Marcus Vinicius Rodrigues. 2014. Bibliotecas Públicas e escolares nos discursos de Cecília Meireles e Armanda Álvaro Alberto: acervos e práticas de leituras. Perspectivas em Ciência da Informação, 19, 227-241.
  28. Meireles, Cecília. 2001. Crônicas de educação, 1. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
  29. Micarello, Hilda Aparecida Linhares da Silva, Ferreira, Rosângela Veiga Júlio. 2017. “As intelectuais Gabriela Mistral e Cecília Meireles nas bibliotecas infantis: traços da modernidade educacional no México e no Brasil”. Revista Brasileira de Educação, (71) 22: 1-26.
  30. Miglievich-Ribeiro, Adelia. 2017. “Darcy Ribeiro e UnB: intelectuais, projeto e missão”. Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação, (96) 25 v. 25: 585-608.
  31. Moraes, José Damiro de. 2016. “Cecília Meireles and religious education in the 1930s: confrontation in favor of the New School”. Educação e Pesquisa, (3) 42: 741-754.
  32. Mormul, Najla Mehanna, Machado, Maria Cristina Gomes. 2013. “Rui Barbosa e a educação brasileira: os pareceres de 1882”. Cadernos de História da Educação (1) 12: 277-294.
  33. Nunes, Clarice. 2001. “Anísio Teixeira: a poesia da ação”. Revista brasileira de educação, (16): 5-18.
  34. Paulilo, André Luiz. 2010. “Mudanças na educação da capital da velha república”. Cadernos de História da Educação, (1) 13: 181-197.
  35. Penna, Maria Luiza. 2010. Fernando de Azevedo. Recife: Massangana.
  36. Remer, Maísa Milènne Zarur, Stentzler, Márcia Marlene. 2013. “Método intuitivo: Rui Barbosa e a preparação para a vida completa por meio da educação integral”. In: IX Congresso Nacional de Educação–EDUCERE. III Encontro Sul Brasileiro de Psicopedagogia.
  37. Sarmento, Manuel Jacinto. 2004. “As Culturas da Infância nas Encruzilhadas da Segunda Modernidade”. In: Sarmento, Manuel Jacinto.; CERISARA, Ana Beatriz. Crianças e Miúdos: perspectivas sociopedagógicas da infância e educação. Porto: Asa Editores.
  38. Schrader, Timo. 2018. “Education as a Human Right: The Real Great Society and a Pedagogy of Activism”. Journal for the Study of Radicalism, (1) 12: 123-159.
  39. Senna, Ana, Fátima, Maria de Fatima, Souza, Thaiane Almeida. 2017. “Biblioteca Infantil como lugar de Encantamento”. Revista Conhecimento em Ação, (1) 2: 108-125.
  40. Souza, Edilson. 2016. “Um plano educacional para um novo tempo: Anísio Teixeira e as escolas classe/escola parque de Brasília”. Caderno Eletrônico de Ciências Sociais, (2) 3: 39-52.
  41. Souza, Rosa Fátima de. 2000. “Inovação educacional no século XIX: a construção do currículo da escola primária no Brasil”. Cadernos Cedes, (1) 51: 9-28.
  42. Teixeira, Anísio Spínola 1977. Educação não é privilégio. São Paulo: Nacional.
  43. Teixeira, Anísio Spínola. 1961. “Plano de construções escolares de Brasília”. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Guanabara, (81) 35: 195-199.
  44. Teixeira, Anísio Spínola. 2006. Aspectos americanos da educação: anotações de viagem aos Estados Unidos em 1927. Rio de Janeiro: Editoda UFRJ.
  45. Tocantins, Andreia Cristina Teixeira, Ferreira, Rosângela Veiga Júlio. 2015. “A literatura infantil no discurso educacional da década de 1930: Cecília
  46. Meireles e a criança leitora”. Verbo de minas, (27) 16: 56-71.
  47. United Nations. 1948. Universal Declaration of Human Rights. Retrieved September 2, 2018. (http://www.un.org/en/udhrbook/pdf/udhr_booklet_en_web.pdf).
  48. Wiggers, Ingrid Dittrich. 2003. Corpos desenhados: olhares de crianças de Brasília através da escola e da mídia. PhD thesis. Faculty of Education: UFSC.
  49. Zanatta, Beatriz Aparecida. 2005. “O método intuitivo e a percepção sensorial como legado de Pestalozzi para a geografia escolar”. Cadernos CEDES, (66) 25: 165-184.